Mostrando postagens com marcador Maquinarias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Maquinarias. Mostrar todas as postagens

20 de ago. de 2011

Arte de transver o mundo

Fotografia de Crisna Pires

Uma reminiscência de Mutum com Vidas secas.
Ou talvez os achadouros das coisas medidas pela intimidade do infante de Barro(s).
Já não se sabe ao certo o começo do fio ...
se vai de miguilim ao Maquinarias,
ou de Teresina à rua quatro.
Só se pode sentir como uma daquelas coisas que fazem cócegas nas lembranças da gente.


Desde o dia em que vi essa fotografia ( estampada no link de algum jornal que sigo no twitter) fiquei ardendo em delírios. Daí rapidinho procurei na internet informações sobre aquela fotógrafa que me fez arder. Foi assim no susto que conheci Crisna Pires, a artista baiana por trás dessas lentes. 
Essa fotografia, assim como tantas outras faz parte de um projeto que homenageia o poeta Manoel de Barros - uma exposição de fotografias intitulado Fotopoética ou a arte de transver o mundo. 
Como através do Maquinarias* tenho uma aproximação com a obra do Manoel de Barros e suas interlocuções com a temática sobre infâncias tentei contato com Crisna e ela gentilmente retornou e explicou a ideia da exposição, como  também disponibilizou em pdf as fotografias para serem compartilhadas no grupo. 
Daí foi um encantamento em cadeia, tanto pela sensibilidade do projeto como pelo cuidado da Crisna conosco. Por isso, em homenagem ao dia mundial da fotografia (que foi ontem) divulgo o trabalho dessa baiana talentosíssima. ( Acesse o blog dela: http://www.exposicaofotopoetica.blogspot.com/)



*Grupo de pesquisa e intervenção em educação e infâncias
do curso de Psicologia da Universidade Federal do Ceará - Campus Sobral.

6 de abr. de 2011

Extra,extra!

A foto fica maior,clica! A sinopse é linda e vale o clique. ( Vai por mim.)


Tem programa pra sexta à tarde?!
O maquinarias te convida para uma tarde cinematográfica! Topa?
Sexta, às 15 h | Prédio da Psicologia
Regado a pipoca,café e outras alegrias.


- O filme é essa lindeza aí, brasileiríssimo e inspirado na obra do genial João Guimarães Rosa - Mutum.


Não vai perder,einh?!

11 de mar. de 2011

Divulgação - Seleção Maquinarias


Você não faz ideia do que seja esse negócio de Maquinarias?!
Na barra ao lado {deste blog} tem uma tag sobre Projetos Acadêmicos - não é que nas horas cheias eu sou estudante de Psicologia, pois bem, lá eu explico de forma breve o que é o grupo Maquinarias e o que esse projeto se propõe a problematizar. {Se tiver interesse,lê lá com calma!}
... e pra você que já ouviu falar e sempre teve vontade de afinar as conversas com a gente, fica a dica sobre esse bom encontro!



Deixo com vocês um pouco da nossa história!


Era uma vez …

Melhor começar de outro jeito
Para não perder o gosto pela diferença
A história do Maquinarias é historia vivida.
Recontada tantas vezes que tem quase querer próprio.
E dá um gosto, um encantamento pelas coisas inventadas


O Maquinarias adora o E mais que o OU;
Invencionisse do Deleuze e do Guattari que faz todo sentido!
No E precisa ter fôlego, ter vento entre as palavras.


Quem gosta de Manoel de Barros tem essa imagem na cabeça
Assim … e só experimentar
psicologia e sociologia da infância e filosofia e historia e arte e literatura e teatro e cinema ….


Não nega que tem em suas raízes a máquina
Do Foucault
Do chaplin
Da poesia do Manoel de Barros
Do Matrix


Tem máquinas e máquinas. É preciso dizer.
E essa é a melhor parte. Fazer maquinarias.
inspiração da máquina tem liberdade, tem vôo.



Tem plural, variação. Tem vírus de diferir
Se repetir …. maquinar, maquinar, maquinar… traquinar
Pois a máquina também tem um querer pelo brinquedo, pela brincadeira.


Aqui quem inventa são as crianças moleculares.
Adultice e criancice tudo junto.
Outra invencão do Deleuze que é boa para pensar.
Tem experiência quem brinca de inventar, quem muda os sentidos das coisas.


O Maquinarias tem afeto pela poesia
Pelas cabeças sem juízo, aquele juízo do indicador
Vê muita coisa que não dá para ver sem esforço
É coisa de treino, de aprender.


E como é história vivida
Carece de fim e
é prenha de começos.


Érica Atem




Maiores contatos: